Victor Harabura

Victor Harabura reside em São Paulo, Brasil, e é graduado em Artes Visuais e História pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Sua produção concentra-se em escultura e arte pública, investigando as relações entre memória histórica, território e identidade coletiva.
Seu trabalho transita entre esculturas figurativas humanas e formas simbólicas. Ao trabalhar com materiais que carregam potência expressiva e significado simbólico, desenvolve obras que articulam presença material e densidade conceitual.
Em suas obras figurativas, Harabura representa o homem comum por meio de fragmentos de corpos, gestos ou instantes de suas histórias, revelando as marcas e cicatrizes da vida social que atravessam a experiência humana. Em outros trabalhos, explora formas simbólicas que investigam ideias de movimento, transformação e fluxo do tempo.
Entre seus projetos de arte pública destacam-se obras instaladas permanentemente em instituições culturais e espaços urbanos. A escultura Alvarinho (2021), instalada no museu a céu aberto da cidade de Melgaço, em Portugal, recebeu o primeiro lugar no Concurso de Arte Urbana Memórias do Alvarinho de Melgaço 2021. No Brasil, realizou obras como Rasgo de Ferro (2020), instalada no Museu Ferroviário de Bauru após vencer o Programa de Estímulo à Cultura de Bauru; Kaingang (2022), selecionada pelo Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (PROAC) e instalada no Museu Ferroviário Regional de Bauru; e Índia Vanuíre (2023), também selecionada pelo PROAC, atualmente instalada no jardim do Museu Histórico e Pedagógico Índia Vanuíre, em Tupã.
Entre outros reconhecimentos, foi finalista da 2ª edição do Prémio Arte em Espaço Público & Sustentabilidade, promovido pela Zet Gallery e pelo dst group, com apoio do IB-S da Universidade do Minho, em Braga, Portugal, em 2022. Em 2023, conquistou o terceiro lugar no concurso Monumento Histórico em comemoração ao Bicentenário da Imigração Alemã no Brasil, promovido pela Prefeitura de São Leopoldo (RS).
Em 2025, foi 2º colocado no Concurso para Monumento a Oliveira Silveira, finalista do ART BOULEVARD – Prêmio de Escultura Contemporânea, e 1º colocado no Concurso Monumento Artístico para o Fórum de Campo Grande (MS) com a obra Parajás, inspirada em traços indígenas e concebida como uma nova representação da Deusa da Justiça.
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
|---|---|---|---|---|---|
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |
![]() | ![]() | ![]() | ![]() | ![]() |





































